Terça-feira, 31 de Maio de 2005

Qual a idade dos peixes?

ESCAMA.jpg
Quando pescamos um exemplar de bom tamanho, especulamos sempre sobre a sua idade, por exemplo quantos anos terá um achigã com 3,5 Kg ou uma carpa com 7Kg. A resposta está nas escamas, estas apresentam pequenos anéis que nos permitem avaliar a sua idade.Poderemos recorrer a uma lupa ou até ao microscópio de criança, senão for fácil esta observação á vista desarmada.Cada espaço constituído por uma zona mais esbranquiçada e opaca e outra maior e mais transparente, constitui um ano de idade. A área mais clara e pequena, corresponde ao período de Inverno em que o crescimento é menor, devido á pouca actividade desenvolvida. Os espaços maiores correspondem aos períodos de Verão, com o consequente aumento de actividade e correspondente aumento de crescimento.As melhores escamas são as que estão próximas da cabeça.

Artigo da autoria de Gomes Torres retirado de http://www.planetapesca.com/dossiermenu6.asp
publicado por cacipesca às 22:16

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ALCARAVÃO (Algrevão)

alcaravão.jpg
Não sei se já tiveram oportunidade de observar alguma ave destas, pois é muito raro, esta espécie de nome alcaravão mas que eu sempre ouvi chamar de algrevão é muito difcil de observar, por acaso já tive oportunidade de observar estas aves pelo menos duas vezes, voam bastante rasteiras e geralmente são aves solitárias.Esta ave está pouco estudada, distribui-se por todo o país no entanto não se sabe muito sobre a sua população. Geralmente vivem em charnecas, estepes cerealiferas, entre outros locais.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 21:33

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Domingo, 29 de Maio de 2005

Febre da Carraça: risco para caçadores/pescadores e animais

Estamos no tempo delas e todo o cuidado é pouco. Sempre que regressamos do campo devemos ter todo o cuidado em verificar se trazemos alguma carraça conosco. O perigo da febre da carraça é real e todos os caçadores e pescadores estão sujeitos a ser picados, para além disto os nossos animais sofrem bastante com as suas picadas. A prevenção é o mais importante, quer para nós quer para os animais que devem estar sempre bem lavados e desparasitados. Resolvi escrever sobre este assunto pois nesta altura é fácil encontarar carraças no campo e as suas picadas são um mal a evitar.
Para mais informações visitem www.santohuberto.com e leiam um excelente texto sobre esta temática.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 21:53

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Peixe - gato em Alqueva

peixe gato 2.jpg
Qem não os viu já, e quem não os pescou? Conheço pouco sobre este peixe, dizem que foi intriduzido no Alqueva pela EDIA com um determinado objectivo que ainda não sei qual é.Antes de escrever sobre este peixe tentei pesquisar no site da EDIA, onde existe um estudo sobre as espécies piscicolas mas não consegui ler o estudo. Sei que é uma espécie oriunda doas EUA e já existem no Rio Douro. Segundo alguns investigadores, o peixe-gato é um dos pesos-pesados das águas doces. A presença do peixe-gato no Alqueva segundo alguns biólogos e ambientalistas constitui uma ameaça à sua fauna piscícola. O peixe - gato alimenta-se de outras espécies", pelo que "poderá estar em causa o equilíbrio das várias espécies ai existentes". Este autêntico exterminador é um peixe ósseo, silurídeo na água doce, caracterizado pelos muitos barbilhões (bigodes) ao redor da boca e pela presença de glândulas de veneno ligadas aos espinhos peitorais.

O peixe-gato está espalhado por toda a Europa, existindo cerca de 40 espécies.Alimentam-se de larvas de mosquitos, caracóis, ovas e pequenos peixes. É um peixe de fundo sociável e bastante sensivél à poluição. O seu período de desova situa-se entre os meses de Abril a Julho.

Julgo que estes peixes já devem existir noutros locias pois geralmente os pescadores repovoam outras barragens e só para terem uma ideia em Évora no lago do Jardim Publico - Parque infantil existiam até há bem pouco tempo 3 ou 4 peixes destes.

No ano passado com o Alexandre Nunes pescámos dois e ficámos sem saber o que era pois nuca tinhamos pescados estes peixes.


Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 21:48

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Sexta-feira, 27 de Maio de 2005

História de caça - Lebre deitada

lebre deitada.jpg

Há cerca de quatro ou cinco anos num certo domingo em meados de Dezembro lá fui com mais alguns companheiros para mais uma jornada de caça no Regime Livre em Vila Nova da Baronia.Neste dia tinha como secretário o meu amigo Nuno e como companheiro o amigo Zé Miguel que também levava um secretário o seu amigo Paulo.
Pela manhã bem cedo passei pela casa do meu Pai para ir buscar o meu Simba, o meu pai também caçador acordou e disse-me: filho passa próximo do monte do "pentiadinho" que o pai viu lá uma cama de lebre e concerteza hoje ela lá estará. Não liguei muito, mal sabia eu. Lá iniciámos a nossa jornada e já a manhã ia longa e caça nem vê-la decidimos parar um pouco para tirar uma bucha. Barriguinha cheia e lá partimos em direcção ás nossa viaturas, pois a motivação estava baixa. Quando já avistava as viaturas apercebi-me que estava próximo do local que o meu pai me tinha dito, só me lembro de ter dito ao meu amigo Paulo deixa lá ver se a lebre está na cama, qual não é a minha surpresa quando nos encarámos, chamei o meu Simba e mandei-a levantar, não tardou muito a curta distância com chumbo sete acerto-lhe ao primeiro tiro. Grande satisfação a minha e grande admiração dos restantes companheiros. Então não é que a magana da lebre estava exactamente no local indicado pelo meu pai. Pendurei-a e lá segui todo satisfeito e nunca mais esquecerei este dia pois a experiência do meu pai na caça á lebre tem-me ensinado muito e neste dia levei uma grande lição.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 15:13

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Pescar e Libertar

libertar_3_mini.gif

No seguimento de alguns comentários sobre esta temática resolvi expressar a minha opinião e assim lançar o debate.
Compreendo que um dos aspectos mais importantes da Pesca do Achigã moderna é o da sustentabilidade dos recursos. A formação de novos pescadores com as modernas técnicas de pesca ao achigã deve ser acompanhada de uma modificação das atitudes.
A máquina fotográfica passará a ser uma componente indispensável do equipamento, permitindo, mais tarde, recordar com satisfação aquele belo exemplar que tivemos a satisfação de capturar, fotografar e libertar e que numa próxima jornada de pesca poderemos, talvez, reencontrar.

Julgo também que não podemos ser fundamentalistas, pois aqueles que defendem esta prática também prevaricam. Conheço muitos casos de pescadores quase profissionais que vendem o peixe para restaurantes para comprarem material.Gosto de pescar dentro da lógica da sustentabilidade, mas assumo que nem sempre liberto os achigãs que capturo, no entanto quando pesco carpas, barbos, etc. liberto-os sempre. Nunca trago para cas um achigã sem medida, cumpro as regras do defeso e tiro sempre a licença. J´s tenho libertado alguns achigãns, depende dos dias. Julgo que a pesca ao achigã se está amassificar e provávelmente como na caça deverá existir um limite para as capturas, no entanto compete ás autoridades competentes regular esta matéria. Já existem muitas associações de pesca ao achigã bem organizadas (Ex. APA) que provávelmente estão a trabalhar neste sentido. Salvo melhor, esta é a minha opinião.

JULGO QUE NÓS OS PESCADORES AMADORES NÃO PODEMOS DEIXAR QUE UMA PEQUENA ELITE DITE AS REGRAS E CRITIQUE DESMESURADAMENTE AQUELES QUE NÃO OS SEGUEM. ISTO SERÁ DIVIDIR OS PESCADORES EM VEZ DE OS UNIR.

Este post teve como base o artigo publicado por Jaime Sacadura em
http://www.bass-brothers-team.com/

Mário Encarnado


publicado por cacipesca às 14:45

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Quarta-feira, 25 de Maio de 2005

Conservação sem estratégia

azevinho.jpg

Sabiam que o azevinho está em vias de extinção e que é considerada uma espécie protegida?

Conservação sem estratégia

Portugal tem 148 espécies ameaçadas, um panorama mais grave do que o verificado em 1990, data da publicação do Livro Vermelho dos Vertebrados. O que foi feito desde essa altura para inverter o risco de extinção de algumas espécies? "Muito pouco", responde Jorge Palmeirim. O investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que participou na elaboração do primeiro livro vermelho e na sua revisão, efectuada recentemente, considera mesmo que "simplesmente andámos para trás".

Embora seja perigoso comparar as classificações de 1990 com as estabelecidas agora, uma vez que os critérios em análise foram alterados de acordo com novas categorias introduzidas pela UICN (International Union for Conservation of Nature, na sigla em inglês), baseados, pela primeira vez, em critérios quantitativos, o investigador conclui que "a conservação da natureza tem sido feita numa perspectiva de sobrevivência das áreas protegidas".

Com duas espécies já extintas no nosso país - o urso pardo e o esturjão - esse poderá ser o destino de outras se a atitude perante a conservação se mantiver. Grandes empreendimentos de construção civil, nomeadamente barragens e auto-estradas, são uma ameaça constante a muitos seres vivos. O caso mais flagrante é o do lince ibérico a sua presença, na zona de Alqueva, comprovada por análises aos excrementos, não foi tida em conta na avaliação da construção da barragem.

Um cenário mais grave pode estar a verificar-se relativamente à flora. Se a fauna está suficientemente conhecida, o que ajuda a preservar, no que respeita às plantas, a falta de conhecimento é enorme, o que na opinião de José Manuel Alho, da Liga para a Protecção da Natureza, pode potenciar a sua destruição.

In Diário de Noticias de 25-05-05

publicado por cacipesca às 15:22

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Biologia do Achigã

bass.jpg
Ficha de Identificação da Espécie - Micropterus salmoides (Lacepéde, 1802)


Taxonomia do Achigã
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Osteichthyes
Ordem: Teleostei
Família: Centrarchidae
Ordem: Perciformes
Classe: Actinopterygii
Espécie: Micropterus salmoides Lacépede, 1802
Subespécies: Micropterus salmoides salmoides e Micropterus salmoides floridanus.
Também conhecidos nos USA (o seu País de origem) como Achigã do Norte e Achigã da Flórida, respectivamente.

Nome comum: Achigã (Português), Achigan ou Perche noire (Francês), Largemouth Bass ou Black Bass (Inglês), Persico Trota (Italiano), Lobina negra (Espanhol).

Tamanho e peso máximo registados: 97 cm e 10 Kg (na subespécie Micropterus salmoides floridanus). A subespécie Micropterus salmoides salmoides geralmente não ultrapassa os 5 Kg. A esperança de vida média ronda os 14-16 anos. A idade máxima registada em cativeiro é de 23 anos.

Ambiente: Bentopelágico; Água doce. Limites de pH ideais - 7.0 a 7.5; dH - 10.0.
Profundidades: geralmente encontra-se entre os 0 e os 7 metros. Pode, no entanto, encontrar-se em profundidades superiores aos 15m.

Clima: Temperado; 10-32ºC

Importância: Importância comercial reduzida. Importância crescente como peixe desportivo. Ainda considerado em alguns países onde foi introduzido como uma praga tem visto o seu estatuto mudar progressivamente, à medida que a vertente económica da sua exploração turística é reconhecida.

Descrição: Espinhos dorsais (total): 10; Raios dorsais moles (total): 12-14; Espinhos Anais: 3; Raios anais moles: 12-14; Vértebras: 30-32; Boca grande; o maxilar estende-se para além do olho. As barbatanas pélvicas não se encontram unidas por uma membrana. Coloração dorsal esverdeada, esbranquiçada/leitosa ventralmente, com uma banda constituída por manchas negras desde a base do opérculo até à base da barbatana caudal. Barbatana caudal arredondada.

Resiliência: Baixa (capacidade de se voltar a adaptar depois do seu crescimento populacional ser refreado). Tempo mínimo de duplicação da população: 4,5 a 14 anos.

Distribuição: América do Norte. É actualmente uma espécie cosmopolita, tendo sido introduzido como peixe desportivo em dezenas de países por todo o mundo. Em alguns países surgiram relatos de impactos ecológicos adversos imediatamente após a introdução. Ao contrário da maioria das espécies autóctones consegue adaptar-se muito bem a ecossistemas alterados pelo homem, como as barragens.

Biologia: Habita desde lagos com vegetação abundante, rios e grandes barragens até pequenas massas de água e zonas pantanosas. Prefere águas límpidas e com pouca corrente, vegetação e margens suaves. Os adultos alimentam-se de peixes, lagostins e rãs; os jovens alimentam-se de crustáceos, insectos e pequenos peixes. Em situações de escassez de alimento, o canibalismo é frequente. Não se alimentam durante a postura, bem como, em temperaturas inferiores a 5º C ou superiores a 37º C. É presa frequente de corvos marinhos, garças e outras aves aquáticas. Referenciado como excelente fonte alimentar, embora a poluição de algumas massas de água interiores tenda a desaconselhar o seu consumo.

Retirado do site Bass Brothers
publicado por cacipesca às 15:12

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Já estão a chegar

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Hoje observei duas rolas turcas na Zona de Cassa Associativa do Valongo na Freguesia de Vila Nova da Baronia, fiquei um pouco surpreendido pois acho que ainda é um pouco cedo para chegarem. Provávelmente vão ter dificuldades este ano uma vez que a comida escasseia, só para terem uma ideia na Freguesia de Vila Nova da Baronia não existe sequer um herctar de girassol, dá que pensar o que vão comer.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 13:33

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Segunda-feira, 23 de Maio de 2005

Alqueva parte 2 - A estreia do Bocas

alqueva_2parte.jpg



Dia 21 de Maio , 4:30 H da manhã começa então o tal dia tão esperado, 5 da manhã chegou o Mário a Viana do Alentejo onde o aguardavam o Alexandre e o Rui. Seguem os três para o Alqueva todos contentes por ser o grande dia, 6 horas da manhã, já é dia coloca-se o barco na água e dá-se então início á jornada de pesca, mas antes de iniciar a viagem para o pesqueiro ainda houve tempo para uma "cafezada" já a bordo do 'Bocas' . Chegados ao local de pesca o primeiro a apanhar peixe foi o Rui pescando assim um belíssimo Achigã. Na parte da manhã a pescaria foi fraca ( 4 ou 5 peixes ) o que deixou o Alexandre um pouco desmotivado, por volta do meio dia parou-se o 'Bocas' numa margem ali por perto com uma boa sombra para  que se trata-se da barriga a fim de dar alguma motivação pois sem apanhar peixe e de barriga vazia é que não! Depois de um bom almoço uma conversa ou duas sobre os peixes que se apanharam e os que fugiram nada melhor que um bom "estramelinho" para terminar . Já com outra motivação deu-se então início a mais uma jornada, esta com melhores resultados. Ao todo apanharam-se 19 Achigãs todos de bom tamanho. Deste dia de pesca fica uma vontade enorme de voltar, pois passa-se um dia espectacular entre amigos num sítio lindíssimo e acima de tudo realizando uma enorme paixão PESCAR.



Um grande abraço a Todos, Alexandre Nunes  

publicado por cacipesca às 11:36

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Terça-feira, 17 de Maio de 2005

Arte e Saber

Sr_Quintas.jpg

Foto da Autoria de Ighbar Perlman - Ensaio Fotográfico - Livro Alvito Dourado.

Fotografia do amigo José Luis Quintas, grande mestre na arte da espingardaria. Tem a sua oficina em Vila Nova da Baronia onde mostra a sua arte à várias decadas a todos os amigos que o procuram.Não necessita de apresentações pois todos o conhecem. Infelizmente já não podemos contar com a colaboração do seu pai Mestre Quintas que já faleceu mas que não esquecemos.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 22:38

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Sexta-feira, 13 de Maio de 2005

16 de Maio

achigan.jpg

Mas que data esta para iniciar a pesca ao achigan. Não calha mesmo nada bem,poderiam ter antecipado um dia para coincidir com o fim de semana. De qualquer maneira está para breve o fim do defeso e o inicio das pescarias ao achigan. Vamos ver como corre este ano. Digam-nos onde vão fazer a abertura e quais as vossas expectativas para esta época. Boas pescarias.

publicado por cacipesca às 13:11

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Terça-feira, 10 de Maio de 2005

O FUTURO DA GESTÃO CINEGÉTICA

alectoris.jpg
Realiza-se dia 11-05-05 uma palestra com o tema " O Futuro da Gestão Cinegética" promivido pelo IEFP - Centro de Formação Profissional de Beja no auditório do Centro de Formação. Esta palestra vem na seguência de um curso que este centro tem a funcionar de GESTÃO CINEGÉTICA com a duração de três anos.Tenho pena de não poder estar presente, pois pareçe vir a ser interesante uma vez que apresenta um bom painel de oradores.

O programa é o seguinte:

09:00 Abertura do Secretariado
09:30 Recepção dos participantes e entrega de pastas
10:00 Inicio dos trabalhos-IEFP-Apresentação do Curso
10:30 Parque Natural Guadiana-Dr. Pedro Monteroso-"O Futuro da Gestão Cinegética"
11:00 FENCAÇA- Eng.Eduardo Fuentes Morais- " O Futuro da Gestão Cinegética"
11:30 Debate
12:00 Pausa para Café
12;30 DGRFlorestais- Núcleo Florestal do Baixo Alentejo"-Eng.Duarte Nuno Azevedo- "A caça-Evolução do Ordenamento Cinegético"
13:00 Debate
13:30 Almoço (todos os participantes devem marcar)
14:30 Federação Aentejana de Caçadores- Dr.Arménio Lança-"Consequências do Ordenamento Cinegético"
15:00 Eng. João Bogalho-Investigador e Expert de Caça
15:30 Debate
16:00 Encerramento- Entrega de Diplomas

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 22:59

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Segunda-feira, 9 de Maio de 2005

5 000 Caçadores recolheram lixo

lixo.jpg

Cerca de 5000 caçadores pertencentes a 117 associações de caçadores do Algarve comemoraram o dia do caçador recolhendo lixo deixado nas bermas das estradas e noutros locais, recolhendo assim toneladas de lixo. Esta iniciativa é de louvar e só dá razão ao que escrevi ontem sobre o dia do caçador. Isto revela que os caçadores têm um grande sentido civico e respeito pela natureza.Parabens aos impulcionadores desta iniciativa.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 19:44

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Domingo, 8 de Maio de 2005

Hoje é Dia do Caçador

caçador.jpg

Hoje dia 8 de Maio é o dia do Caçador. Este facto merece uma pequena reflexão.
A importância deste dia reveste-se de especial importância pelo facto da actividade venatória necessitar de um novo reconhecimento por parte da sociedade civil assim como de vários orgãos de gestão a nivel local e nacional.
Não podemos permitir que os caçadores sejam julgados como sendo um bando de gente repudiada pela sociedade civil. Os caçadores como em qualquer actividade não são todos iguais, também há maus caçadore, mas a tendência actual é para um crescente respeito pela preservação da natureza, só possivel com a formação dada aos caçadores para que estes possam tirar a carta de caçador.. Caminhamos a passos largos para um total ordenamento dos terrenos cinegéticos e todos sentimos e percebemos as profundas alterações de mentalidades que o sector tem vindo a sofrer nos ultimos anos. é claro que este ordenamento feito á pressa não tem sido o melhor, mas vamos dar o beneficio da dúvida e esperar pelo final do ano e ver o que resta de terreno livre, ou seja do pouco deserto cinegético que ainda existe.A caça é uma arte, uma tradição, faz parte da nossa cultura, o dia do caçador realça e sobretudo veicula os desejos cujas origens se perdem na noção de identidade nacional.
Os ambientalistas julgam que nos dão lições de conservação, no entanto recebe o nosso dinheiro e não dizem nada. Há muito tempo que os caçadores sabem gerir e preservar a caça em Portugal.
Sou a favor do associativismo dos caçadores, seja qual a sua forma, é importante no entanto que não nos tornemos demasiado golozos em relação ás zonas de caça associativa. Há por ai muita falcatrua, zonas de caça com 2 ou 4 mil hectares onde só caçam meia duzia de D. ruans que se calhar não comem em casa para poderem pagar a mensalidade. Zonas de caça turistica que nem uma caçada vendem por ano já para não falar na gestão de algumas zonas de caça municipais. Também as há bem geridas, falta é fiscalização.
Neste dia tão importante para os caçadores é bom pensarmos o que queremos da caça, é certo que esta tende a ser cada vez mais elitista, mas isto também só acontecerá se não nos unirmos em associações e confederações, e neste aspecto julgo que estamos no boma caminho.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 17:49

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Sábado, 7 de Maio de 2005

Preços exagerados nos artigos de pesca

rapala.jpg

Experimentem a visitar duas casas de pesca e a reparar no preço de um determinado artigo e depois comparem. O mesmo artigo tem um preço diferente em cada casa, até aqui não há novidade, a questão é que tenho reparado que as diferenças chegam a ser de 2,3 euros e até mesmo de 5 euros. Por exemplo os sengos e os doctor têm diferênças de uma casa para a outra de 2 euros. Esta situação causa-me alguma desconfiança quando compro material de pesca.

Encarnado
publicado por cacipesca às 23:27

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Javali Peixoto adoptado por rebanho de cabras

java2.jpg

foi salvo pelo leite das amigas e não as larga

As cabras seguem o pastor Nélson Rita pelos campos da Samouqueira (freguesia da Bordeira, concelho de Aljezur). De chocalho ao pescoço, vai também um javali, o ‘Peixoto’, agradecido às suas amigas por lhe terem salvo a vida, a ponto de não as largar.

Há uns sete meses, o pastor encontrou no campo o javali, ainda bebé, muito maltratado, e levou consigo o bicho, no regaço. O ‘Peixoto’ alimentou-se durante algum tempo, até ganhar forças, a leite de cabra. Agora já come a ração que lhe dão e o que os montes da serra de Espinhaço de Cão lhe oferecem, mas habituou-se a viver com as suas amigas e até faz parte do rebanho.

“Nunca vi nada assim... O bicho afeiçoou-se às cabras e dá-se às mil maravilhas com elas”, diz Nélson Rita. O ‘Peixoto’, agora com cerca de oito meses, “nunca teve atitudes agressivas com as cabras nem com os cães que acompanham o rebanho. Só se eriça quando vê porcos domésticos, que não gosta deles...”

O estranho caso de sã convivência entre o javali e as cabras foi descoberto, por acaso, por Flávio Figueiras, antigo presidente da Junta de Freguesia de Aljezur e candidato à liderança da Câmara nas próximas eleições, e o dono do rebanho, Celestiano Rodas Baixas, nem quer acreditar que o seu ‘Peixoto’ possa vir a aparecer na televisão.

“O bicho chegou aqui enfezado e doente de um olho. Alimentado a leite de cabra, recuperou num instante e, como não tem espelho, possivelmente sente que as cabras são a sua família...”, diz, não escondendo a sua admiração por um caso “nunca visto”.

“O javali dorme com as cabras e acorda junto delas, perto do meu monte, na Samouqueira. Depois sai com o pastor e anda todo o dia fora, sempre integrado no rebanho. Ao fim da tarde volta, come um pouco de ração, e deita-se com as suas amigas...”, diz Celestiano Rodas Baixas.

O chocalho ao pescoço serve para identificar o ‘Peixoto’ “e evitar que seja abatido caso alguma vez se perca”.

O animal responde ao assobio do pastor e “respeita o trabalho dos cães, quando estes recebem indicações para reunir o rebanho”.

Na sua vida diária, há algo que o javali não copia da família adoptiva: “Os banhos de lama que toma em algumas charcas situadas no trajecto que fazemos normalmente”, diz o pastor, que ainda não notou qualquer actividade sexual no animal. “Ainda não tem idade para isso... Veremos como se comportará daqui a uns tempos.”

Armando Alves, Correio da Manha 05-05-2005


publicado por cacipesca às 23:05

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Tarde no Barrocal

barbo.jpg

Esta tarde fiz a vontade ao meu filho e lá fomos passar a tarde à pesca.Depois de lhe colocar as alternativas, Barragem do Barrocal ou Divor, lá optou pelo Barrocal embora um pouco deconfiado pois na ultima vez que lá fomos não pescamos nada. Este ano foi a primeira vez que saimos para a pesca.
Depois de engodar não tardou muito e lá começaram a picar, pescámos carpas, barbos, percas e alguns pimpoões. Esta barragem está cheia de pimpões vermelhos e dourados, chegam a superar as carpas. O atractivo deta barragem consite na variadade de peixe que tem, geralmente gosto de aqui pescar por causa dos pimpões vermelhos.
Já agora, qual não é a minha surpresa quando vejo dois jovens que chegam de carro e sem medos iniciam uma bela pescaria ao achigã que deu frutos em pouco tempo, pois em seguida pescaram um achigã bem grande.
Foi uma tarde bem passada com o meu filhote, que apesar de ser bem pequenote já gosta bastante de pesca. Foi excelente pois observámos várias espécies como: predizes, coelhos, cegonhas, cágados, rolas turcas, águias e abelharucos.

Mário Encarnado
publicado por cacipesca às 22:45

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Domingo, 1 de Maio de 2005

Arte Terra e Fogo

prato.jpg

Magnifico prato pintado por Maria José de Sousa e António de Sousa da sua linha de pratos pintados com motivos de caça. Podem encontra-los em Évora próximo do Largo das Portas de Moura e encantar-se com a sua arte. Estiveram também presentes na Expocaça e encontram-se um pouco por todas as feiras da região. A caça e arte de mão dadas.Visitem o seu site e apreciem o seu trabalho.

http://www.arteterraefogo.com/
publicado por cacipesca às 22:50

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Grande pescaria

Arrifana3 pequena.jpg

Pesca e Golfinhos

Mais uma foto de uma bela pescaria realizada por nós em 2004 em Arrifana do Mar.Pescamos safias, besugos,choupas, carapaus, cavalase sargos. Desta vez tivemos como companheiros os nossos pais, grandes amantes da caça e da pesca.O Alexandre apanhou para além de outros peixes um peixe aranha eu pesquei uma pescada e o pai do Alexandre até pescou um polvo. Para mim este é um dos grandes atractivos da pesca embarcada, nunca sabemos o que vem no anzol.
A companhia não ficou por aqui, quando estavamos em plena pesca tivemos a companhia de vários golfinhos que passaram por baixo do barco. Emitiam uns ruidos fantásticos (assubios), não pararam e seguiram o seu caminho, eram 7 ou 8 roazes corvineiros, nunca mais me vou esquecer deste dia, nunca os tinha visto tão de perto.
Despois desta magnifica observação os peixes deixaram de dar, pois os golfinhos tinham espantado o peixe todo e tivemos que mudar de pesqueiro.
publicado por cacipesca às 22:29

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