Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2007

Centenas de pombos estão a morrer

 Centenas de pombos estão a morrer desde Dezembro junto ao estuário do Sado. Uma mortandade anormal que está a preocupar as autoridades militares, veterinárias e os caçadores. Segundo o CM apurou, não existem ainda resultados laboratoriais que confirmem as causas da morte dos pombos. Apenas a suspeita de uma infecção altamente contagiosa nesta população, provocada por um parasita que ataca o aparelho digestivo. Só na última terça-feira foram recolhidas pelo Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente do Destacamento da GNR de Grândola cerca de 40 aves. A maioria dos pombos encontrava-se na Herdade do Pinheiro, uma das mais importantes zonas de caça turística do País, situada no concelho de Alcácer do Sal. “Muitos não chegam a ser recolhidos pelos militares porque são comidos por outros animais”, frisou fonte das autoridades, referindo, em seguida, que os primeiros casos foram detectados em finais de Novembro. “Os pombos começaram a andar atordoados e tiveram depois morte lenta. Estão espalhados pelo chão de várias herdades junto ao estuário mas a maioria dos pombos mortos pode ser encontrada na Herdade do Pinheiro, um local de muita alimentação e procurado por esta população para dormitório”, acrescentou. Por ser uma zona rica em pombos, cada caçador chega a pagar nove mil euros por cada uma das 24 portas desta herdade, com mais de cinco mil hectares. As aves têm sido entregues para análise aos serviços de veterinária. Segundo fonte desta entidade, ainda não se conhecem resultados definitivos, mas tudo aponta para uma infecção conhecida por Tricomoníase – doença que afecta colónias inteiras e que pode causar perdas numerosas nesta população, num curto período.

EVITAR PROPAGAÇÃO Descobrir o que provocou este surto infeccioso é, para Jacinto Amaro, presidente da Federação Portuguesa de Caça, a grande prioridade. “Provoca inchaço no papo dos pombos e impede a passagem dos alimentos. Tem que se saber a origem da doença para evitar a rápida propagação”, referiu. Este dirigente associativo disse ainda que a detecção pode não ser tarefa fácil: “São aves migratórias e podem ter contraído a doença nas suas rotas. Pode ser provocada por água ou solos contaminados.”

 Noticia de http://www.correiodamanha.pt

publicado por cacipesca às 11:47

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